A Deficiência de Alfa1 Antitripsina (DAAT) é causada por diferentes mutações no gene da AAT localizado no cromossoma 14.
As mutações mais comuns nas populações de origem Europeia e no nosso país são a S e a Z.
A mutação mais comum em Portugal é a S e está associada com uma redução ligeira da concentração da proteína em circulação (50% do normal) e não tem sido correlacionada com a acumulação anormal da proteína no fígado.
A segunda mutação mais comum é a Z e está associada com uma redução substancial da concentração da proteína em circulação (15% do normal) e pode ser correlacionada com a acumulação hepática da proteína.
Estão descritas muitas outras mutações no gene de AAT que podem ser associadas com situações de doença.
Outras mutações encontradas no nosso país em menor frequência são:
Mutação I (repercuções semelhantes ao S)
Mutação Mmalton (repercuções semelhante ao Z)
Mutação P (30% normal)
Mutação Q0ourém (inexistência de proteína, não associada com a acumulação hepática da proteína).
