O Défice de Alfa1 Antitripsina foi descoberto em 1963 por Carl-Bertil Laurell (1919-2001), na Universidade de Lund, Suécia. Laurell, com a ajuda do médico residente,Sten Eriksson, fez a descoberta após notar a ausência da proteína Alfa1 Antitripsina na banda de Electroforese de proteínas em 5 de 1500 amostras; 3 desses cinco pacientes cujas amostras estavam a ser analisadas, tinham desenvolvido Enfisema numa idade jovem.
A ligação do Défice de Alfa1 Antitripsina à doença hepática foi feita 6 anos depois, quando Sharp et al. descreveram o DAAT no contexto da doença de fígado.
